sábado, 23 de maio de 2015

Eu Tenho um Blog

Hello followers, cá estou eu de novo.
Peço desculpa pela ausência mas o sono nas manhã, as sessões de hemodiálise nas tardes das 2ªs, 4ªs e 6ªs e este sol lindo e quentinho nas outras tardes livres não me deixam muito tempo livre para vir aqui escrever, hehehe preguiçosa!
Um dia destes vi um post no blog pinkie love (este) e achei-o muito útil
É sobre uma plataforma onde podemos nos inscrever gratuitamente para divulgar o nosso blog e também os passatempos.
Começou por ser um grupo no facebook que serve para que, quem tem facebook e blog, os possam divulgar "ao mundo" e assim obter mais seguidores.
A plataforma tem o nome Eu Tenho um Blog e surgiu após terem ultrapassado os 5000 seguidores no grupo.
Este site é bastante funcional pois os blogs encontram-se em categorias portanto torta mais fácil qualquer pesquisa e, além disso, tem uma secção onde podem divulgar os vossos passatempos e encontrar outros :)
Podes também ver a página de facebook aqui.
Volto a repetir: GRATUITAMENTE!
"E como faço para publicar o meu blog?" - basta acederes a este link e seguires as instruções, é muito simples :)
Então agora que chegaste ao fim da leitura deste post não percas mais tempo e vai cuscar os links que te deixei ;) boa?
Até ao próximo post, fico a aguardar a tua presença.
Beijinhos <3



http://blogspt.wix.com/eutenhoumblog

sábado, 16 de maio de 2015

Tag: 7 coisas

Oláaaaa!
Hoje tomo a liberdade de responder a uma Tag que vi no blog O Meu Rímel Preto da minha linda Catherine.
Ela não me nomeou mas deixou-nos à vontade para respondermos se assim o desejarmos e dar-lhe o link das respostas, portanto aqui vai:

7 coisas a fazer antes de morrer:

  1. ser transplantada;
  2. conduzir um TIR;
  3. testamento;
  4. viajar até ao máximo de sítios possível;
  5. ter um chiuaua;
  6. ter alguém a meu lado;
  7. tirar o curso de medicina forense.

7 coisas que mais digo:

  1. A sério?!
  2. Apenas sorri!
  3. Não penses nas coisas más, só nas boas!
  4. Tenho poucos mas bons amigos!
  5. Os meus avós fazem-me tanta falta!
  6. Que vou comer?
  7. Alguma coisa pra mim?
7 coisas que faço bem:
  1. Cozinhar (tudo!);
  2. "Ouvir" os desabafos dos amigos;
  3. Demonstrar o meu ponto de vista sobre qualquer assunto;
  4. Mimar os meus animais;
  5. Maquilhar-me;
  6. Dormir;
  7. Ler.
7 coisas que não faço bem :
  1. Pintar as unhas de qualquer mão;
  2. Pintura, quer seja de paredes quer seja de telas;
  3. passar roupa a ferro (excepto toalhas e lenços);
  4. lavar roupa (acaba sempre por se escapar uma peça de cor no meio da branca);
  5. a digestão;
  6. caminhar;
  7. aceitar as mentiras que me contam.
7 coisas que me encantam:
  1. O amor e dedicação dos animais;
  2. o pôr do sol no mar;
  3. o cheiro das flores;
  4. ler um bom livro;
  5. dançar;
  6. cozinhar;
  7. conduzir.
Não vou nomear ninguém para responder mas quero que se sintam à vontade para o fazerem e deixarem em comentário o link para as vossas respostas...estou curiosa!
Beijinhos <3


sábado, 9 de maio de 2015

O(a)s filho(a)s nos anos 80

Olá!
Estou de volta e melhorzita da gripe que me assaltou :)
Hoje o tema é a educação dos filhos nos dias que correm.
Faz-me confusão e tira-me do sério ver crianças a fazerem grandes birras no supermercado e os pais a olharem pró lado como se não fossem seus filhos, simplesmente deixando-os berrar.
Dá-me volta aos nervos ouvir acusações do tipo "uma palmada é agressão física!"
Não tenho filhos mas se os tivesse tentaria educa-los como fui educada, nunca os deixaria fazer birras barulhentas em locais públicos nem sequer em casa e, se necessário, levariam uma surra no rabo para aprenderem a ser educados e obedientes.
Claro que não iria desancar porrada neles até os pisar e não conseguirem andar!
Há o 8 e o 80!
Há uns dias recebi um email de uma pessoa amiga que espelha bem o meu modo de pensar sobre este assunto.
Vou transcrever aqui mais abaixo esse email.
E vocês? Têm filhos? O que fazem nestas situações? Desabafem comigo!
Beijinhos <3


O(a)s filho(a)s nos anos 80

Quando tu eras o(a) filho(a), tinhas aulas de manhã ou de tarde e no resto do tempo tinhas tempo para brincar, fazer os tpc, assistir ao início da RTP 2 para veres os desenhos animados importados da Europa e mais um par de coisas… até os teus pais chegarem a casa.
Agora que és o pai/a mãe, os teus filhos têm aulas de manhã e de tarde e ATL e actividades extra-curriculares e piano e inglês ou mandarim (ou os 2)…. Até tu os conseguires levar para casa.

Quando tu eras o(a) filho(a), bastava “aquele” olhar do teu pai/da tua mãe para tu voltares a fingir seres um anjinho.
Agora que és o pai/a mãe, já não consegues "só" olhar para os teus filhos, porque eles não vão ligar nenhuma. Tens de olhar, ameaçar, levantar a voz (assertivamente, defendes-te tu), negociar… para que os teus filhos finjam ser um anjinho.

Quando tu eras o(a) filho(a), não tinhas confiança suficiente com os teus pais para lhes responder "à letra", nem fazer perguntas incómodas… tudo por uma questão de respeito (ou medo de alguma mão mais pesada).
Agora que és o pai/a mãe, não ordenas nada aos teus filhos – quando muito argumentas, justificas, imploras. E questionas-te onde está o respeito que tu tanto sentias pelos teus pais e que não consegues ver nas tuas crias.

Quando tu eras o(a) filho(a), assistias a desenhos animados que eram uma autêntica chantagem emocional: era o Marco que tinha visto a mãe a partir, a Heidi que tinha ficado a viver numa montanha, isolada e sem notícias da mãe, a Candy Candy feita gata borralheira….  E mesmo inconscientemente tu imaginavas que, se o destino quisesse, tu poderias também ficar sem os teus pais.
Agora que és o pai/a mãe, percebes que os teus filhos assistem a desenhos animados em que pura e simplesmente já não há qualquer referência aos pais. É o caso do Jake e os Piratas da Terra do Nunca, ou os Caricas, ou a Casa do Mickey Mouse – tudo grupos de amigos, auto-suficientes, que não têm como temer a ausência dos pais – como? O que não existe não pode causar saudade!

Quando tu eras o(a) filho(a), conhecias toda a vizinhança do prédio, da rua e do bairro – e eras naturalmente conhecido(a como "o(a) filho(a) de…". O que levava a que os teus pais tivessem uma série de cúmplices na tua educação e controle.
Agora que és o pai/a mãe, nem tu conheces a vizinha do lado, quanto mais! Como é que podes confiar que o(a) teu(tua) filho(a) possa ter a chave de casa e brincar na rua com o(a) amiguinho(a) do prédio ao lado? Cujos familiares tu conheces muito vagamente e só do ambiente de reunião escolar!

Quando tu eras o(a) filho(a), ansiavas pelo teu aniversário ou pelo Natal ou pela Páscoa ou mesmo pela passagem de ano escolar para ver se tinhas direito a uma prenda. E estava bom! Ah, também não era mau quando revias a tua madrinha ou quando visitavas os teus avós, com sorte recebias uma nota de 500 escudos à socapa… que tu guardavas religiosamente no mealheiro.
Agora que és o pai/a mãe, sentes-te pressionada pelos teus filhos e sociedade e vizinhos e outros pais para comprar prendas e gadgets e programas de fins-de-semana (como idas ao lanche no shopping + cinema + jantar) a torto e a direito. E ainda comemoras se, do plafond diário que tens para gastos com as crias, consegues uma poupança de 20 cêntimos… que tu guardas religiosamente (até à próxima vez).

Quando tu eras a filha, a tua mãe chamava-te a atenção para tu agires como uma senhorinha. E para respeitares os mais velhos, a professora e ai de ti que pensasses sequer nalguma palavra feia, quanto mais dizê-la!
Agora que és a mãe, chamas a atenção da tua filha para, aos 8 anos, não agir tanto como uma senhorinha (unhas pintadas? Kit de maquilhagem para os anos??). E exiges aos outros que respeitem a tua filha (já o contrário…) e desculpas a sua má educação e prepotência pela possível hiperatividade… ou porque a criança "tem de mostrar a sua personalidade, é uma questão de liberdade" (eu dou-lhe a liberdade!).

Quando tu eras o(a) filho(a), os teus pais educavam-te como sabiam – e imaginavam ser o melhor. E tu obedecias e não ficavas traumatizada se levavas com algum berro, ou puxão de orelhas, ou fim-de-semana sem um bolo, ou uma palmada no rabo "no momento certo". E ninguém ficava melindrado nem se abriam telejornais a falar dos traumas para a vida.
Agora que és o pai/a mãe, levas a toda a hora com manuais de instruções sobre como educar os teus filhos. Ou alimentá-los. Ou vesti-los. Ou "amá-los" (really??). E tu tentas obedecer, para que eles "não fiquem traumatizados" – ou não te apontem o dedo por, se daqui por uns anos algum dos agora miúdos fizer uma asneira, tal decisão não tiver sido fruto de um ou outro raspanete que te atreveste a dar-lhes, aos 4 anos, após a birra no supermercado devido a um qualquer Lego ou Nancy.


Mas independentemente de algumas "falhas" na educação que os teus pais possam ter tido – e que tu possas ter, também.. Lembra-te: és o pai/a mãe. És quem testa neles os princípios que desejas que eles tenham e sigam. És quem abdica de alguns momentos em prol da sua existência. És quem mais sorri pela evolução dos teus infantes, e mais sofre por algum tropeço dado ao longo da vida. Por muitos defeitos que tenhas, és tu que vais servir de exemplo, de companhia, de ombro, de motivação.

sábado, 2 de maio de 2015

ALERTA para quem compra no Ebay e quejandos

Oláaaa!
Cá estou eu de novo e hoje venho falar sobre algo que considero importante sabermos antes de comprar seja o que for em sites como o EbayAliexpressTinydeal, etc etc etc...
Todos sabemos que geralmente nesses sites encontramos produtos iguais, ou bastante parecidos, aos que queremos mas por preços mais acessíveis.
Raramente paramos para pensar o porquê de serem mais baratos. Não! Tratamos logo de aproveitar o preço e encomendamos. Ás vezes até em quantidade para podermos vender, sortear, oferecer...
Pois bem! Na passada 5ª feira tive conhecimento de um caso que se passou com uma família minha conhecida.
O filho queria umas certas sapatilhas de marca mas como eram bastante caras os pais disseram que não as podiam comprar, então o rapaz, como a maioria de nós faz, foi pesquisar na internet a ver se encontrava as mesmas "tilhas" por um preço convidativo.
Encontrou! Mostrou aos pais e todos concordaram em encomendar.
Passados uns dias receberam uma comunicação da alfândega a dizer que se encontrava lá uma encomenda em nome do rapaz e que era necessário irem identificar o artigo para o poderem levantar (desalfandegar).
Lá foram!
Na alfândega levaram-nos para um gabinete onde a encomenda estava em cima de uma mesa e, na presença de vários funcionários, lá abriram a embalagem e encontraram as "tilhas" que tinham encomendado.
O rapaz ficou todo contente pois eram mesmo como as que ele queria.
Mas a alegria durou pouco porque um dos funcionários olhou para as "tilhas", pegou nelas, virou-as dum lado e do outro e disse: "Lamento mas este artigo não pode sair daqui da alfândega".
"O quê? Porquê?!" - disse o pai do rapaz.
"Porque este artigo é contrafeito! Já tivemos vários casos iguais! São artigos que são produzidos no Paquistão e que estão a ser vendidos como se fossem os originais, mas não são! São apenas réplicas bem conseguidas." - disse o funcionário da Alfândega.
"Então e agora? Fico sem o artigo e sem o dinheiro que paguei por ele?" - perguntou o pai do rapaz.
"Sim, mas não só! Além disso terá de pagar 150€ para a alfândega mandar queimar o artigo e irá receber em casa uma comunicação sobre a penalização que será aplicada, neste caso ao seu filho pois foi em nome dele que a encomenda foi feita, por ter sido "conivente" nesta fraude. Contrafacção é considerada crime e ambas as partes são consideradas culpadas, quem vende e quem compra!" - respondeu o funcionário.
"Então somos considerados culpados mesmo sem sabermos que o artigo era contrafeito?! Isso não tem lógica!" - disse o rapaz.
"Não sabem no imediato, mas inconscientemente sabem, uma vez que o artigo é mais barato que o habitualmente comercializado isso significa que não é original. Se fosse mais barato apenas por ter algum defeito essa informação estaria escrita na publicação do artigo, mas não foi esse o caso! Lamento, mas não há nada a fazer. O artigo tem de ser queimado aqui na alfândega e para isso é necessário o pagamento de 150€. Posteriormente receberão em casa a comunicação sobre a penalização aplicada. Boa tarde!" - e com estas palavras retirou-se, deixando pai e filho com os restantes funcionários que os encaminharam até à recepção onde tiveram de pagar o valor da "queima" do artigo.
Passada uma semana chegou a dita comunicação onde puderam ler que tinha sido instaurado contra o rapaz um processo-crime por conivência na fraude de contrafacção e consequente fuga aos impostos.
As ditas "tilhas" acabaram por ficar bem mais caras do que se tivessem sido compradas numa loja credível e/ou certificada.
Portanto, resumindo, tenham atenção ao que comprarem neste tipo de sites. Eu própria já comprei neles e sei o quão aliciantes são os preços mas todo o cuidado é pouco!
Conhecem mais casos deste género?
Contem-me!
Beijinhos <3